História da AEE

A Associação Educativa Evangélica – AEE, fundada em 31 de março 1947, pelo Reverendo Arthur Wesley Archibald, tem como tarefa fundamental contribuir com a educação e a formação de crianças, jovens e adultos. Criada como mantenedora de escolas rurais e urbanas, em diversos níveis, a AEE é uma instituição confessional cristã, com caráter interconfessional, constituída e gerida por 21 membros pertencentes a cinco denominações religiosas: Igreja Batista, Igreja Cristã Evangélica, Igreja Metodista, Igreja Presbiteriana do Brasil e Igreja Presbiteriana Independente.

A AEE tem marcado presença com a fundação de escolas em diversas cidades do Estado de Goiás. No nível básico, fundou o Colégio Couto Magalhães, em Anápolis, o Colégio Álvaro de Melo, em Ceres, o Educandário Nilzo Risso, a Escola Luiz Fernandes Braga Júnior, o Normal Regional e o Sítio de Orientação Agrícola. Esses últimos foram desativados ao longo do tempo.

Durante a década de 1960 do século XX, no contexto da interiorização do desenvolvimento provocado pela transferência da capital federal para a Região Centro-Oeste, e a partir da abertura propiciada pelo governo federal para o credenciamento de novas Instituições de Ensino Superior, a AEE criou sua primeira faculdade.

Em 27 de fevereiro de 1961, o Conselho Federal de Educação autoriza o funcionamento da Faculdade de Filosofia Bernardo Sayão – FFBS, com os cursos de Letras, História, Geografia e Pedagogia. Em 18 de março de 1969, a Faculdade de Direito de Anápolis (FADA) é autorizada a funcionar e, em 23 de novembro de 1971, é autorizada a Faculdade de Odontologia. A Faculdade de Filosofia do Vale de São Patrício, situada em Ceres, no Estado de Goiás, é autorizada a funcionar pelo Decreto nº 76.994, de 7 de janeiro de 1976, com os cursos de Letras e Pedagogia. E, em 1993, as faculdades criadas, até então, transformam-se em Faculdades Integradas por força de seu Regimento Unificado.

Ao final da década de 1990, as Faculdades Integradas da Associação Educativa Evangélica ampliam suas instalações e a oferta de novos cursos, incluindo Ciências Contábeis, em Ceres, Administração, Educação Física e Enfermagem, em Anápolis. Em 2002, foi criado o curso de Fisioterapia e também foi ampliado o número de vagas para Educação Física e para o curso de Direito.

Convictas da relevância de sua proposta educacional, fundamentada em valores cristãos, éticos e democráticos, as Faculdades Integradas da Associação Educativa Evangélica credenciam-se como Centro Universitário, em 15 de março de 2004, por meio da Portaria Ministerial nº 628, publicada no D.O.U. nº 52, de 16 de março de 2004. Em decorrência de seu credenciamento, a instituição criou, em 2004, o curso de Sistemas de Informação e as habilitações de Administração em Marketing, Administração em Recursos Humanos e Administração de Empresas. Em 2005, criaram-se os cursos de Ciência da Computação, no turno matutino, Farmácia e Biologia – Licenciatura, no turno noturno, previstos em seu PDI aprovado.

Seguindo seu plano de expansão, a AEE adquiriu em 2005 a Sociedade de Ensino Raízes, em Anápolis. O ano de 2007 foi marcado pela aquisição da Faculdade Betel de Goianésia (FABEGO), que por meio da transferência de mantenedora, passou a se chamar Faculdade Evangélica de Goianésia (FACEG). Em 2016, a AEE deu um passo ousado, ao adquirir a Faculdade de Ciências e Educação de Rubiataba (FACER), com seus três campi, situados nas cidades de Rubiataba, Ceres e Jaraguá.

Atualmente, a Associação Educativa Evangélica é entidade mantenedora de 10 instituições de ensino, abrangendo desde a Educação Básica ao Ensino Superior, perfazendo cerca de 20 mil alunos.

  • Centro Universitário de Anápolis (UniEVANGÉLICA – Anápolis)
  • Faculdade Evangélica de Goianésia – FACEG
  • Faculdade Raízes (Anápolis)
  • Faculdade de Ciências e Educação de Rubiataba – FER
  • Faculdade Evangélica de Ceres – FECER
  • Faculdade Evangélica de Jaraguá – FEJA
  • Faculdade Evangélica Metropolitana – FEM (Aparecida de Goiânia)
  • Faculdade Evangélica de Senador Canedo – FESCAN
  • Colégio Couto Magalhães (Anápolis)
  • Colégio Couto Magalhães (Goianésia)
  • Colégio Álvaro de Melo (Ceres)

Todo o acervo patrimonial constituído de bens móveis, imóveis, corpóreos e incorpóreos utilizados pelas mantidas são de titularidade dominial da mantenedora.